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Archive for the ‘Design’ Category

Texturas e Motivos

Texturas e Motivos

Um dos fatores que da característica a um projeto são os elementos e padrões de preenchimento que foram utilizados m sua confecção, estes padrões são chamados de texturas e motivos.

As texturas utilizam um preenchimento irregular e que não tem repetição, apenas variando tamanho, distancia concentração maior ou menor. Já a os motivos são regulares, os seus elementos são repetidos com o mesmo tamanho e são distribuídos uniformemente.

Ao se trabalhar com texturas e motivos deve ser dada a devida atenção a mídia na qual o projeto será aplicado (papel, tecido, plástico, vidro, Etc.) já que a qualidade e as próprias propriedades do material podem influenciar no resultado final.

O post de hoje é bem pequeno em relação aos outros, mas é de suma importância para os conteúdos futuros, a partir do próximo post o conteúdo ira ficar menos teórico e mais pratico.

O assunto do próximo post é “A Figura e o Fundo” espero você lá.

Até mais.

Ponto e Linha

Ponto e Linha

O ponto é a menor unidade gráfica e, como forma geométrica e raramente é utilizado sozinho. Em termos visuais, o ponto é o foco onde convergem as atenções. E um espaço em branco qualquer, basta inserir um ponto e adivinha? Ele atrai automaticamente a atenção do espectador.

O ponto não precisa ser necessariamente circular para ser reconhecida como um ponto.  Isso vai depender da sua proporção e relação ao fundo (Geralmente muito menor do que o resto do trabalho), ou seja, qualquer figura pode ser considerada um ponto.

Uma linha é uma ligação entre dois pontos. A principal característica da linha é dividir áreas e em geral a linha imprime uma impressão de movimento.

Os pontos sozinhos têm a função de concentrar, já as linhas são dinâmicas. Uma seqüência de pontos tende a ser interpretada como uma linha, por exemplo: na imagem a cima, mesmo em que tirássemos as linhas entre os pontos, ainda estaria visível a sensação de que é uma linha.

Um plano é um deslocamento de uma reta, uma figura, por exemplo: Uma figura que ocupe um pequeno espaço do trabalho é interpretada como um ponto, já se esta mesma figura ocupar uma grande área do trabalho ela é caracterizada um plano.

Os planos podem ser identificados como geométricos e orgânicos. Se o plano é geométrico tem suas bordas bem definidas e da mesma medida, está associado a soluções racionais, intelectuais ou matemáticas por exemplo.  Já um plano orgânico possui formas irregulares e complexas, e é faz referencia a elementos naturais e gera a impressão de espontaneidade. Em ambos os casos os tipos de plano devem ser explorados pelo designer para passar ao espectador a idéia do trabalho.

Outro fator que define as características de um trabalho são as texturas e motivos, mas isto já fica para o nosso próximo post 😉

Espero vocês lá, até mais.

Espaço de Trabalho

Espaço de Trabalho

A primeira coisa a se a fazer antes de criar um novo projeto é considerar o formato com que vai trabalhar. Qual a área? O Formato? Vertical, Horizontal ou inclinado?  Afinal o modo como o espaço é ocupado influencia  diretamente o conteúdo.  Por exemplo: se o espaço for  ocupado por inteiro, trará a impressão de opressão,  caso contrario, poderá sugerir liberdade e leveza. O Formato vertical lembra a elegância, enquanto o formato horizontal lembra a serenidade e a passividade.

Uma figura é sempre considerada um elemento positivo enquanto o espaço ao fundo um elemento negativo.  A figura e o fundo estão relacionados e se um sofre alterações o outro também é influenciado. Entender estes conceitos é primordial para que o resultado seja atraente para o publico alvo.

A relação entre a figura e o fundo deve apresentar uma lógica de acordo com a mensagem que se quer passar para que a comunicação não fique confusa e o design deve ser composto de forma clara e objetiva. Cada elemento precisa se relacionar de forma harmônica e na proporção adequada tanto com os demais componentes quanto com o espaço em que está contido.

Há vários tipos de formas e cada uma delas atua de uma maneira diferente, o modo como serão percebidas as diferenças entre elas é que dará o sentido ao significado. As formas básicas na composição de trabalhos gráficos são: o ponto, a reta e o plano, que são o assunto do nosso próximo post.

Espero que tenham gostado e até mais.

Curso de Design Grafico

Curso de Design Grafico

Desde que acordamos, somos bombardeados por uma serie de estímulos visuais.  No pote de margarina, no pacote de café, no painel do forno de micro-ondas, no dinheiro, no cartão de credito, no talão de cheques, no outdoor na rua, na fachada da empresa, no futureadvertising.wordpress.com(;)), etc.

Uma das razões disto é o interesse cada vez maior das empresas em divulgar o seu produto em meio à concorrência acirrada que é nosso mundo atual. Ter um bom design deixou de ser um quesito a mais e se tornou um fator de sobrevivência para uma empresa se manter no mercado (Afinal, quem não é visto, Não é lembrado!)

Mas como fazer com que os projetos gráficos de sua empresa ou a de seu cliente tenham impacto? Com certeza não existe uma receita de bolo, mas existem algumas dicas que podem ajudar nessa árdua tarefa.

Por estes e vários outros motivos estarei escrevendo uma serie de posts aqui no blog sobre este assunto.  A idéia é passar o conteúdo teórico sobre o assunto como: Teoria das cores, lei áurea, tipologia etc.

O primeiro post da serie será “O Espaço a se trabalhar”.

Espero que gostem, e até lá.


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